domingo, 10 de junho de 2007

Livraria Cultura


Estive ontem, 09/06/2007, na Livraria Cultura.A nova livraria do Conjunto Nacional.Fiquei boquiaberto com o tamanho.

As novidades são os setores de CDs e DVDs.Que na loja antiga não existia.Tudo muito bonito e novo.Projeto ambicioso.

Mas confesso que não gostei.

Acostumado com a antiga loja onde passava tardes inteiras de sábado, ontem fiquei só 1 hora e achei cansativo.

Na antiga loja eu me sentia mais acolhido.Vendedores ficavam mais próximos dos clientes, os clientes mais próximos de outros clientes.O ambiente mais aconchegante.

Nesta nova loja tudo é enorme, a distância é longa e nunca temos um vendedor para nos orientar.Os leitores de preços se escondiam de mim.

Bem, o dono da loja tem crédito.Sabe muito bem o que está fazendo.

Eu, com o tempo, devo me acostumar com as novidades, mas se não, terei a Loja do Shopping Villa Lobos que é menor no espaço e maior no coração.

Compras de ontem : Dicionário Larousse Francês-Português, Edição de Bolso da Biografia do Jack Kerouac, Edição de Bolso da Biografia do Modigliani, História dos Estados Unidos, Goya do Crítico Robert Hughes.

Até a próxima.

Frase do dia

" O capitalismo é a exploração do homem pelo homem e o Socialismo é, justamente, o contrário."

Anônimo.

sábado, 9 de junho de 2007

Enquanto Houver Sol



Nunca pensei que ficaria tão feliz em ver o Sol em São Paulo.O frio estava me deixando louco.

Hoje de manhã fiquei todo feliz deixando para trás, 2 blusas e um capote.

Que alegria.

E aos Petralhas de plantão já aviso.Dentro do peito de uma reacionário também bate um coração.

Vamos ao som.Cantem comigo.

Titãs - Enquanto Houver Sol

Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma idéia vale uma vida (*)
Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós, algo de uma criança
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho
Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós, aonde deus colocou
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Feriadão.

Feriado, dia de Corpus Christi, descanso.

Vi o filme "A Rainha" de Stephen Frears e com Helen Mirren, vencedora do Oscar de melhor atriz, gostei.

Terminei de ler Napoleão, livro curto do Paul Johnson.

Almocei com a família e estou aqui teclando estas linhas.

Lembrando da felicidade que o Grêmio me proporcionou, ontem.

Quase deu para o Santos. Quase.

É sempre assim.

Roberto Carlos pisou na bola.


Ao vencer na Justiça e proibir a venda do livro "Roberto Carlos em Detalhes", alegando invasão de privacidade, Roberto Carlos atirou em seu próprio pé, pois, prejudicou sua imagem, e de quebra alavancou a carreira do autor Paulo César de Araújo.

Paulo César Araújo, autor do livro, é o sucesso do momento. Tem muitos convites para palestras no Brasil e tem convites para outros Países inclusive nos EUA.A forma como conduz a suas palestras é elogiada e hilária.

Vendeu mais livros após a decisão da justiça que antes .Li que na Livraria Cultura de 2 livros por dia pulou para 700.

Para combater a censura o livro poderia ser encontrado em PDF na internet. Até outro dia.

Este caso me fez lembrar o Vanderlei Cordeiro da Silva, aquele da Olimpíadas, que não ganhou a corrida mais levou a honra e, de troco, muitos prêmios. Ninguém se lembra do ganhador da Olimpíada da Grécia, mas o Vanderlei Cordeiro ficou para a história.

Talvez, eu digo, talvez, se não fosse esse processo e polêmica o autor Paulo César levaria mais tempo para ter seu valor reconhecido pela grande mídia.

É a tal coisa: o castigo vem à cavalo.

Bem efeito!

Diogo Mainardi

Comentário de Diogo Mainardi a respeito do filme "Uma verdade inconveniente" de Al Gore :

"O Homem do tempo não sabe dizer se amanhã irá chover e esses idiotas querem saber o que vai acontecer daqui 30 ou 50 anos."

A frase é boa.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

A rotina

Levanto-me às 7:00 horas, tomo meu banho e não saio para o trabalho sem antes tomar um gole de café.

:- Este frio está de matar, digo para mim mesmo.

No escritório faço duas reuniões.Problemas rotineiros, mas que por ser rotineiros me aborrece.

Não tenho tempo de entrar no orkut, e nem de ver meus e-mails.

No médico, a tarde, muitas proibições.Nada de fumar, nada de comer, nada de stress e muita, mais muita esteira.Colesterol alto, triglicerídeos alto, diabetes alta.

Meu médico promete me abandonar.

No caminho de volta toca o celular , é a atendente da Vivo que quer me dar ,sem custo nenhum, um telefone de última geração. Desligo.

Esqueço que é dia de rodízio e saio na Marginal.O marronzinho me vê.Só me resta aguardar a multa na caixa do correio agradecendo a sorte por ele não ter me visto no celular.

No rádio o discurso do Renan me dá tédio.

Meu pai exige cuidado que eu não dou.Minha mulher exige a presença que eu não posso.A fila de livros aumenta no escritório.Não posso esquecer de comprar a ração dos cachorros, no frio eles têm muita fome, falo sozinho.

Mas e aí, quando será que poderei beber novamente?

Ah...Esqueci da minha aula de Inglês.

Meu Blog

Com exceção de cinco bons amigos, ninguém sabe que criei um blog. Não divulguei e, ainda, não tenho a menor idéia de como divulgá-lo.

Só sei que o fato me causa estranhamento.

Fico assustado em saber que existe um ente vivo, criado por mim, vagando pelo mundo cibernético e que uma pessoa distraída possa encontrá-lo.

Imaginando este meu futuro leitor distraído.Começo a entrar em neura.

Terá barba esse leitor ? Usa óculos, será um nerd qualquer que fala 10 idiomas, menos o português, ou uma doce menina procurando idéias para o seu diário?

Será um senhor aposentado? Ou um executivo desocupado, curtindo um lazer na internet em uma tarde de sexta-feira no seu prédio da Paulista ?

Pego no sono sabendo que o blog está lá quietinho e escondido. Louco para que seja lido e envergonhado por ter sido escrito.